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Passo a passo para encontrar as querys mais demoradas do Banco de Dados – Parte 1

 

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  1. Leandro
    5 de junho de 2010 às 19:10

    Olá Fabrício, tudo bem?Uma dúvida. Qual a vantagem de utilizarmos esse método de análise ao invés do SQL Server Profiler?Abraços,Leandro Daniel

  2. Fabrício
    5 de junho de 2010 às 23:44

    Fala Leandro.Na verdade, esse método faz exatamente o que o profile faz, entretanto ele fica rodando em backgroud no seu servidor 24 horas por dia.Você não precisa abrir o profile toda vez para colher os resultados, é tudo automatizado.

  3. Leandro
    6 de junho de 2010 às 14:46

    Olá Fabrício!Mas o SQL Server Profiler também roda em background, e você pode customizá-lo com os filtros que desejar, além de poder guardar tudo no banco.Pelo que entendi, é uma opção ao Profiler, mas que não deve ser utilizado indiscriminadamente, pois o monitoramento tem um custo para o banco de dados, certo? Se isso for verdade, não vi vantagem em fazer dessa forma, pois estaríamos reinventando o Profiler.Abraços,Leandro Daniel

  4. Fabrício
    7 de junho de 2010 às 9:25

    Fala Leandro. Não estou reinventando o profile. Estou usando o profile.Vamos lá, o que eu fiz foi apenas abrir o profile, colocar os filtros que eu queria (no meu caso só o de duração) com as colunas que eu queria e salvar a criação do profile em um arquivo, que chamei de stpCreate_Trace.Eu utilizo esse profile no meu ambiente de produção 24 horas por dia, o custo do mesmo não causa problema algum no meu ambiente e o benefício é que ajuda a resolver muitos outros problemas de performance(de consumo de recursos desnecessários).Com a sp abaixo você também consegue colocar o filtro que quiser (utilizo ela dentro da criação do trace).exec sp_trace_setfilter @TraceID, 13, 0, 4, @bigintfilterLogo se quiser inserir outros filtros no código da minha SP, é bem simples.Se você já usa o profile e já obtem essas informações, OK! Não estou dizendo no artigo para deixar de usar o profile e usar minha rotina. Apenas mostrei como criar esse trace via linha de código(sem sequer abrir a ferramenta gráfica do profile) e automatizar sua importação para o banco de dados, como faço no meu ambiente. Abraços

  5. Leandro
    7 de junho de 2010 às 17:11

    Olá Fabrício,Acredito que o seu equívoco foi em especificar erroneamente a utilidade de uso de procedures em detrimento do SQL Server Profiler. O único ganho que vejo é o de poder realizar customizações específicas para a necessidade de um sistema, que não seria coberta (de uma maneira simples) pelo SQL Server Profiler. Isso não ficou claro, tanto no texto quanto nos comentários. Essa seria a minha última contribuição ao post, encerrando por aqui a minha participação.Abraços,Leandro Daniel

  6. Fabrício
    7 de junho de 2010 às 17:51

    Fala Leandro,Não concordo, mas respeito sua opinião. Obrigado pelo feedback.Esse trace é muito útil para mim no meu dia a dia de trabalho. Espero que possa ajudar a outros.Abraços

  7. Alexandre
    11 de julho de 2010 às 19:33

    Fabricio,Legal o artigo. Gostei bastante, principalmente por seu esforço em demonstrar uma alternativa ao SQL Profiler. Não podemos simplesmente nos prender em uma determinada solução, precisamos testar todas as alternativas existentes.Foi bom que voce deixou claro que em seu ambiente de produção esses processos não estão pesando em nada; mas que em outros ambientes talvez mais criticos e/ou pesados podem causar algum tipo de problema.Abraços,Alexandre Lopes

  8. Fabrício
    13 de julho de 2010 às 21:27

    Valeu Alexandre.

  1. 30 de novembro de 2010 às 22:19
  2. 19 de dezembro de 2010 às 11:03
  3. 21 de dezembro de 2010 às 14:24
  4. 25 de dezembro de 2010 às 11:27
  5. 2 de janeiro de 2011 às 13:57

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